E voltamos com a nova temporada de o poder da mordida! Acho que já perceberam que estou dividindo em temporadas para melhor detecção. As postagens da segunda temporada terão seu espaço exclusivo e caso alguém queira ler uma temporada iremos separá-las. E agora vamos lá!
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James vai a cafeteria, como todo dia. Ele precisa tomar um bom café, esquecer daquilo tudo. Ele agora não precisa tomar mais sangue.
James chega na cafeteria. Senta em seu lugar habitual e relaxa, antes mesmo que ele peça o que quer a garçonete chega com seu café e misto quente. Ela diz:
-Aqui está seu prato preferido pequeno vampiro.
-Você soube que eu matei os lobisomens, certo?
-Sim, e nada me faz mais feliz.
Enquanto isso na floresta um homem está vindo em direção a cidade, ele vai sozinho. Ele tem uma barba grande, costeletas e tem uma aparência velha. Seu cabelo é negro, e ele é bem forte. Ele vai andando em direção a cidade, ele parece estar farejando algo, como um animal.
James volta para sua casa. Quando ele está abrindo a porta chega Giulia. Giulia logo fala:
-Eu vi, tudo lá na floresta.
-O que?
-Não minta para mim.
-Já entendi, entre.
Giulia entra rapidamente. James está bastante tenso, ele sabe que Giulia descobriu. Logo após os dois entrarem ela começa a falar:
-Mas que diabos foi aquilo, você é um tipo de lobisomem?
-Lobisomem, não! Sou... um vampiro.
-Vampiro, que estranho.
-Você promete que não conta para ninguém?
-Relaxe, não vou trair meu amigo, pequeno morcego.
James faz um sorriso discreto. Logo Giulia pergunta como é ser um vampiro. Ele responde, de forma detalhada:
-Bom, você é forte, rápido, poderoso. Mas apesar de tudo isso temos problemas, problemas horríveis. Vivemos eternamente, nossos medos vivem eternamente, isso é ruim, pois nossas pessoas amadas vão e não podemos fazer nada. Os humanos nos caçam como se a gente fosse um tipo de monstro, e quer saber até somos. Nós temos uma tesão por sangue, sangue é tipo como uma droga, nos deixa ligados, doidões e poderosos. Precisamos de sangue para ficarmos fortes. Sangue humano. Eu não gosto de matar pessoas inocentes, é... horrível. A tensão a matar vive em cada um de nós, podemos viver com isso, mas não é algo bom.
-E você, toma sangue humano?
-Tomo, mas não mato, pego sangue de pessoas já mortas. O sangue não é mesmo, apesar dessa dieta ainda sim sou um pouco fraco.
-E alho, água benta, essas coisas?
-Estaca no coração nos mata, alho é nada, eu não gosto de alho para falar a verdade. Água benta, me deixa todo molhado mas não faz nada.
-Que legal, amigo morcego.
Giulia segura fortemente a mão de James, nem a mãe dele era tão atenciosa.
CONTINUA
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